(Português) Cabelos brancos são a fibra ótica mais valiosa que existe ou a “Banalização do Mérito”

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1/09/2011Diversos, Entretenimento, Inovação, NegóciosMauricio Mota

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1. Marilena Senra says: 01/09/11 às 23h13

Muito boa sua análise. E o texto então, nem se fale. Você tem a quem sair. E o vídeo da entrevista com su avô eu já assisti duas vezes e é impagável. Do tempo em que entrevistar na TV valia mais pelo conteúdo e não rolava pressão para os “comerciais”. Beijo e parabéns.


2. Luis Antônio says: 02/09/11 às 14h29

Valeu, Maurício! Vindo de um cara talentoso – e jovem como você – esse texto deixa a turma de cabelos brancos envaidecida, pelas verdades e doses de bom senso nele contidas. E sobre livros lidos até a página 60, só me recordo de ter abandonado um: Finnegans Wake, o qual só consegui ir até a página 30!!!!
Abraço


3. Mauricio Mota says: 02/09/11 às 20h45

Marilena querida, uma honra a sua leitura e uma delícia o seu comentário sobre programas de entrevista. Perfeito. Espalhe o artigo, quem sabe assim minha geração se salva!


4. Mauricio Mota says: 02/09/11 às 20h47

Grande Vargas, você leu! Que bom e que incrível saber tanto sobre sua trajetória hoje em nosso encontro. Um case vivo e ativo do que escrevi no artigo. Cabelos brancos e rédeas na mão, espero poder um dia conversar mais sobre essas histórias e outras. Sobre Finnegans Wake… Eu não consegui nem ir até a 10. Alguns a gente tem que deixar para outra mesmo :-) .
Abraço


5. Daniele Rodrigues says: 03/09/11 às 9h27

Texto GENIAL! Há muito não leio um texto tão coerente e assertivo ao falar do nosso mercado. Obrigada por me lembrar que, apesar do “mundo fantasioso e equivocado” tão aclamado em blogs e eventos teoricamente relevantes (o quê, não raro me faz sentir vontade de mudar de área), ainda há pessoas sensatas, que se pautam por valores e conhecimentos consistentes e não por “modinhas” e discursos vazios. Sempre que leio algo do ou sobre “The Alchemists”, a paixão, o envolvimento no “problema/desafio” e a certeza do rumo escolhido são tão evidentes que é impossível não se encantar e pensar: “Genial, mais uma vez!”. Essa mescla de fios brancos e negros dá muito certo e vocês provam isso. Parabéns e obrigada por compartilhar em forma de texto essa lição.


6. Wagner Fontoura says: 03/09/11 às 9h35

Grande Maurício,

trabalho num pomar de frutos da famosa e inquieta e poderosa Geração Y (alguns acho que já posso classificar de Z), para clientes da sofrida Geração X (eu mesmo filho desta) e seu texto poderia ser impresso, enquadrado e pendurado na parede da nossa empresa com o batido título “Nossa Visão” e o subtítulo “Decoremos” ou com a hashtag #Pratiquemos, pra ser mais apropriado aos nossos tempos.

Nossos clientes, a maioria deles do time dos cabelos brancos, agradeceriam.

Grande abraço e obrigado por compartilhar ouro lapidado conosco.


7. Bruno Scartozzoni says: 04/09/11 às 12h55

Maurício, conversamos muito pouco nessa vida, mas já gosto mais de você só por causa desse post. Parabéns pela análise brilhante (e grisalha) desses tempos.


8. Isabel says: 18/09/11 às 11h01

Maurício, um texto fiel às vivências contemporâneas. É isso mesmo: ninguém quer falar de cicatrizes e tombos, como se possível fosse amadurecer sem eles… Apesar de entender seus cuidados – não creio que seria criticado se incluísse homenagens femininas. A alma feminina tem latitude para compreender transgressões…


9. Jeff Skas says: 20/09/11 às 16h14

Maurício, sou suspeito quando algum texto referencia o Walter Longo. Tenho por ele uma admiração e uma gratidão profissional muito mais profunda, acredito assim, que tantas outras pessoas que o admiram. Que tiveram a possibilidade de se aproximar com as facilidades da nossa famigerada internet. É muito interessante ver alguém deste mundo, que por vezes me parece tão preto e branco, falando sobre humildade. Para ser sincero, posso contar nos dedos quantas vezes pude ler esta palavra envolta de um tema ligado a propaganda. Bom saber que a gente não está sozinho, na esperança de dias melhores para esta profissão que eu não gostaria de deixar de amar. Obrigado pela experiência… Abraços!


10. Paulo Roberto Ache says: 16/02/12 às 12h39

Caros

Sou professor da ESPM-São Paulo, curso Abordagens Contemporâneas da Comunicação Mercadológica, juntamente com a Professora Ana Lucia Fugulin. Gostaria de convidar os profissionais da empresa para uma palestra sobre o conceito de Transmedia Storyttler aplicado à gestão de marca. São cerca de 150 alunos do 6 Semestre de Comunicação, sendo que a maioria já está atuando no mercado, em empresas de grande porte e nos mais variados segmentos.
Caso seja possível, favor entrar em contato.

Obrigado
Paulo Roberto Ache


11. Anderson F. F. says: 17/02/12 às 17h55

Lindo texto.

É pouca enxada pra muita flanela.

http://devaneiosedescaramentos.blogspot.com/

abraço


12. Renata Sofia says: 08/03/12 às 17h31

Uma das pessoas que mais me ensinou a ser inovadora, moderna e a tentar prever o futuro para chegar nele mais habituada completou 80 anos em fevereiro e se chama Alberto Dines. Nenhuma tuitada é comparável às valiosas horas que estava na mesma redação que ele quando era estagiária de seu programa de tv.

Às vezes tenho vergonha de ser de uma geração tão prepotente que se gaba por não trabalhar com ninguém com mais de 35 anos.


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