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	<title>The Alchemists - Blog</title>
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	<description>Os alquimistas estão chegando</description>
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		<title>Mistura Alquímica</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 22:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emerson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Somos Os Alquimistas. Criamos, descobrimos e gerenciamos histórias para pessoas, marcas e instituições em qualquer plataforma para assim construir relacionamentos perenes com públicos de interesse e gerar fãs. Veja aqui um pouco do que já fizemos. *Os projetos apresentados neste vídeo foram produzidos com os parceiros Warner Bros International TV Distribution Marketing, Deutsch LA, AKQA, BSSP. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Somos Os Alquimistas. Criamos, descobrimos e gerenciamos histórias para pessoas, marcas e instituições em qualquer plataforma para assim construir relacionamentos perenes com públicos de interesse e gerar fãs. Veja aqui um pouco do que já fizemos.</p>
<p>    <iframe src="http://player.vimeo.com/video/37332973" width="533" height="400" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><em>*Os projetos apresentados neste vídeo foram produzidos com os parceiros Warner Bros International TV Distribution Marketing, Deutsch LA, AKQA, BSSP.</em></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nosso Trabalho</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 22:10:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emerson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Desenvolvendo plataformas, personagens e universos que vão da telona às mais diversas mídias. Do Ipad a uma embalagem de suco, todo espaço é uma chance para a história se propagar e criar uma relação forte com o espectador ou consumidor. Até ele virar um fã e a história, parte da nossa cultura. Criamos o elo entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desenvolvendo plataformas, personagens e universos que vão da telona às mais diversas mídias. Do Ipad a uma embalagem de suco, todo espaço é uma chance para a história se propagar e criar uma relação forte com o espectador ou consumidor. Até ele virar um fã e a história, parte da nossa cultura. Criamos o elo entre histórias, fãs e marcas. Veja aqui como transformamos isso tudo em realidade</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os Segredos dos Vales Mágicos</strong></p>
<p>    <iframe src="http://player.vimeo.com/video/37522347" width="586" height="330" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Heroes</strong></p>
<p>    <iframe src="http://player.vimeo.com/video/37349447" width="586" height="330" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><em>*Este projeto foi realizado em parceria com a </em><a href="http://NBC.com/"><em>NBC.com</em></a><em> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Smallville</strong></p>
<p>    <iframe src="http://player.vimeo.com/video/37408374" width="586" height="332" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><em>*Este projeto foi realizado em parceria com a Warner Bros International TV Distribution Marketing.</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Dirty Little Secret</strong></p>
<p>    <iframe src="http://player.vimeo.com/video/37338033" width="586" height="330" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><em>*Este projeto foi realizado em parceria com a Elle Magazine, TRESemmé e CAA Marketing.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como as marcas estão se aproximando da cultura pop</title>
		<link>http://www.thealchemists.com/blog/2011/09/20/como-as-marcas-est%c3%a3o-se-aproximando-da-cultura-pop/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 22:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Petra Carstens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Exame]]></category>

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		<description><![CDATA[Maurício Mota, um dos pioneiros da narrativa transmídia no Brasil, explica o que a arte de contar boas histórias tem a ver com as marcas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O post abaixo é uma entrevista com nosso chief storytelling officer feita pela Exame.com</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fã do Comic-On, de Tim Burton e atual viciado na série Game of Thrones, o co-fundador da The Alchemists, Maurício Mota, foi um dos &#8220;culpados&#8221; pela chegada da narrativa transmídia &#8211; ou transmedia storytelling &#8211; no Brasil.</p>
<p>A estratégia, pela qual se pode contar uma história integrando diferentes meios &#8211; internet, revistas e TV, por exemplo &#8211; enche cada vez mais os olhos de marcas como Coca-Cola, Unilever, Nokia, Vivo e Volkswagen, que já a incorporaram.</p>
<p>Na terceira entrevista da série Insight, o empresário e contador de histórias fala sobre o futuro do entretenimento no país, a supervalorização do digital e a aproximação das marcas com o mundo pop.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1216" href="http://www.thealchemists.com/blog/2011/09/20/como-as-marcas-est%c3%a3o-se-aproximando-da-cultura-pop/screen-shot-2011-09-20-at-6-33-58-pm-2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1216" title="Screen shot 2011-09-20 at 6.33.58 PM" src="http://www.thealchemists.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/Screen-shot-2011-09-20-at-6.33.58-PM1.png" alt="" width="586" height="440" /></a></p>
<p><strong>EXAME.com – O que é narrativa transmídia?</strong></p>
<p><strong>Maurício Mota</strong> &#8211; É uma nova maneira de contar histórias, que permite usar o melhor de cada meio ou plataforma. Precisa-se de, no mínimo, três meios. Com isso, é possível fazer tudo que no passado não era.</p>
<p><strong>EXAME.com &#8211; </strong><strong>No Brasil, você é um dos pioneiros. Como essa história chegou aqui?</strong></p>
<p><strong>Mota </strong>- Eu venho de uma família de escritores. Sou neto de Nelson Rodrigues, então temos isso muito vivo. Criei meu primeiro projeto aos 14 anos. Por causa dele, fui convidado pelo Henry Jenkins &#8211; um dos papas da narrativa transmídia &#8211; para participar de um evento sobre o futuro do entretenimento no MIT (Massachusetts Institute of Technology). A The Alchemists nasceu lá. O Mark (Warshaw) estava apresentando o projeto de Heroes, e resolvemos criar um blog chamado “Os Alquimistas estão chegando”, que deu origem à empresa.</p>
<p><strong>EXAME.com &#8211; O que aproximou a narrativa transmídia da publicidade?</strong></p>
<p><strong>Mota</strong> &#8211; As marcas querem fazer cada vez mais parte da cultura pop, porque isso envolve mais as pessoas. Fazer isso com uma narrativa integrada é a melhor maneira de estar presente na vida das pessoas de uma forma envolvente e consistente.</p>
<p><strong>EXAME.com &#8211; Existem marcas mais suscetíveis à lógica da narrativa transmídia ou é possível criar projetos para qualquer marca ou produto?</strong></p>
<p><strong>Mota</strong> &#8211; Nem toda marca tem maturidade suficiente pra criar conteúdo próprio. Também não é qualquer marca que precisa de transmedia storytelling. Mas é claro que para se ter um bom projeto, precisa-se ter uma boa marca. Se você fizer uma boa história e o produto for ruim, não rola. É propaganda enganosa.</p>
<p><strong>EXAME.com – Lá fora, temos visto bons trabalhos de agências como Crispin, Porter + Bogusky e Wieden+Kennedy em narrativas transmídia. Como é no Brasil?</strong></p>
<p><strong>Mota</strong> &#8211; Ainda é tímido, mas temos empresas grandes investindo bravamente. Hoje temos projetos com narrativas transmídia fazendo parte da estratégia de conteúdo até 2020, por exemplo.</p>
<p><strong>EXAME.com – O que falta para o Brasil chegar lá?</strong></p>
<p><strong>Mota</strong> &#8211; Acelerar. Temos uma nova classe média que vai ter grana pra ir pra internet, pra TV paga, e vai querer mais conteúdo. Há uma grande oportunidade de gerar novas dietas de conteúdo. Precisamos também de bons contadores de histórias, pessoas que respeitem a importância do mundo analógico. As pessoas acham que o digital vai curar o câncer, mas na verdade temos que ter muito repertório.</p>
<p><strong>EXAME.com – Estamos falando de uma estratégia cara, por usar vários meios?</strong></p>
<p><strong>Mota</strong> &#8211; Depende da longevidade que o cliente quer. A história tem que ser muito boa, e para isso, precisa-se de investimento. Se você quiser ir longe, talvez seja necessário se envolver cada vez mais. O transmedia storytelling permite medir resultados e entender o sucesso do que está sendo desenvolvido.</p>
<p><strong>EXAME.com &#8211; Que trabalho você mais gostou de fazer?</strong></p>
<p><strong>Mota</strong> &#8211; O <a href="http://www.almanaquedarede.com.br/" target="_blank">Almanaque da Rede</a> e um projeto da Coca-Cola para os sucos Del Valle. Criamos a plataforma narrativa &#8220;Os Vales Mágicos&#8221;. Agora estamos desenvolvendo uma também para a Petrobras, e  vamos liderar toda a plataforma transmedia do centenário do meu avô, desde relançar os audiolivros das crônicas esportivas até desenvolver livros para o iTunes.</p>
<p><strong>EXAME.com &#8211; Um grande case envolvendo narrativas transmedia?</strong></p>
<p><strong>Mota</strong> &#8211; “Smallville”, que ganhou o Guinness como a série de ficção científica que mais durou na história da TV americana. Citaria também “A Bruxa de Blair”. Star Wars, sem querer, era narrativa transmídia, porque na verdade se tinha um grande universo com uma capacidade de estar em vários lugares.</p>
<p><strong>EXAME.com – O uso de várias ferramentas para contar uma história surgiu de uma necessidade das pessoas ou da evolução dos suportes para histórias?</strong></p>
<p><strong>Mota</strong> &#8211; Na verdade é uma evolução das pessoas. Não tem nada a ver com a evolução das plataformas. As pessoas querem conhecer novos mundos.</p>
<p><strong>EXAME.com &#8211; O que você faz para exercitar a criatividade?</strong></p>
<p><strong>Mota</strong> &#8211; Eu gosto muito de ler para a minha filha. Ela me provoca a contar a história da melhor forma possível. Viajo muito também. Temos escritório em Los Angeles. Amanhã vou à exposição do Tim Burton. O Comic-Con é uma coisa que enche muito minha cabeça também.</p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;"> </span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cabelos brancos são a fibra ótica mais valiosa que existe ou a &#8220;Banalização do Mérito&#8221;</title>
		<link>http://www.thealchemists.com/blog/2011/09/01/cabelos-brancos-s%c3%a3o-a-fibra-%c3%b3tica-mais-valiosa-que-existe-ou-a-banaliza%c3%a7%c3%a3o-do-m%c3%a9rito/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 15:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Mota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse texto é uma homenagem a cinco caras com quem aprendi muito nesses quatro anos: Orlando Lopes, Walter Longo, Paulo Camossa, Henry Jenkins e Brian Elliot (CEO da Amsterdam Worldwide). Teria outras homenagens femininas mas elas me matam se eu falar de cabelos brancos perto delas. Montei minha empresa há quase três anos. E ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto é uma homenagem a cinco caras com quem aprendi muito nesses quatro anos: Orlando Lopes, Walter Longo, Paulo Camossa, Henry Jenkins e Brian Elliot (CEO da Amsterdam Worldwide).</p>
<p><em>Teria outras homenagens femininas mas elas me matam se eu falar de cabelos brancos perto delas.</em></p>
<p>Montei minha empresa há quase três anos. E ela trabalha, de acordo com as pessoas, com coisas bem <em>avançadas</em>, <em>à frente do tempo</em>, “cool” para muitos, e super “<em>pra frentex”</em> para outros. E graças ao universo e ao time incrível que tenho, conseguimos construir uma marca respeitada no Brasil e no mundo e estamos fazendo os projetos dos sonhos. Falando no TED e ajudando a construir o futuro do entretenimento aqui e lá fora. Fazendo mudança.</p>
<p>Mas infelizmente eu e minha empresa vivemos na<strong> “Era da Banalização do Mérito”</strong>. Esse caminho – espero eu que seja com volta – que a minha geração de profissionais insiste em bater no peito e dizer que faz parte. <em>A geração que só fala das pingas mas não quer nem tomar tombo.</em></p>
<p><em> </em>Uma geração que acha que o mundo digital veio para salvar marcas e curar o câncer. Que acha que você vira Vp de qualquer coisa em dois anos. Que ter salário alto é uma questão só de pedir e “ter  potencial”. Que fazer ideias 2.0 e um business plan em excel te garantem um IPO e aquele Iate que você viu na Revista Alpha.</p>
<p>Não, colega. Dá muito trabalho fazer as coisas acontecerem. E antes daquele IPO você precisa acumular cicatrizes suficientes para ai, quem sabe, ralar bastante e mesmo assim contar com sorte e circunstância para ir em frente.</p>
<p>Tenho feito reuniões no mundo inteiro com gente de todas as hierarquias possíveis. De todas as idades possíveis. E a divisão é clara. Os “fodões digitais” e os “atrasados analógicos”, ouvi certa vez de um super-mega-blaster diretor de criação online brasileiro falando. E, segundo ele,  os analógicos serão atropelados. &#8220;O mundo digital será o meteoro que matará os dinossauros dessa vez&#8221;. E o pior é que para essa galera <strong><em>taguear</em></strong> de dinossauro, ter mais de 40 já basta.</p>
<p>Mas tem uma charada que ninguém da minha geração consegue me responder.</p>
<p>Esse cara, o tal analógico, leu em papel pelo menos uns 60 livros até a página 200. E o digital lê 60 tabs/abas por dia, até o segundo parágrafo ou o minuto 3:00 do video (porque algum cool hunter disse para ele que esse é o maximo que um video online merece de atenção).</p>
<p><strong>A charada é: Quem vence no final? A consistência profunda ou a superficialidade multi acelarada?</strong></p>
<p>Ano passado no MIT, numa reunião, escutei que um novo tipo de fibra ótica permitiria ter uma internet de <em>gazillions mega bites</em> nos próximos 10 anos. Algo do tipo.</p>
<p><strong>E o que defendo aqui é que cabelos brancos são essa fibra ótica</strong>. Eles nos colocam nesse patamar. E a gente tem desrespeitado esse fator na hora de inovar no Brasil.</p>
<p>Na primeira bolha da internet – <strong>a segunda já já chega se continuarmos banalizando o mérito</strong> – eu tinha 21 anos de idade. A pessoa mais arrogante que eu já vi na minha vida. Aí, a bolha estourou e junto com ela, cicatrizes e hemorróidas profissionais vieram junto. Comecei aí a aprender o poder do cabelo branco na nossa vida. Parece música mela cueca dos Titãs, mas devia ter escutado mais os cabelos brancos.</p>
<p>Se na hora de contar a quantidade de cabelos brancos no organograma do time interno e de conselheiros formais e informais da sua empresa, você perceber que tá ficando escuro demais, pare tudo. Ou cinza ou branco, por favor. Pode ser uma mecha só para começar.</p>
<p>Pois essa é a fibra ótica mais poderosa e veloz que QUALQUER angel capital, venture capital ou<em><strong> espuma capital</strong></em> pode lhe dar.</p>
<p>Ela vem com: erros e acertos, cases de sucesso, histórias reais de gerenciamento de crise e roubadas, sabedoria baseada em repertório e experiência, uma intuição incomparável e last but not least, <strong>MATURIDADE.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Meu avô materno, Nelson Rodrigues, numa antológica entrevista a Otto Lara Rezende falou horas sobre os jovens. As duas frases que sempre me chocam pro bem são:</p>
<p>1) “Aos 18 anos um sujeito não sabe como se diz a uma mulher “Boa noite”. Eu, jovem, era de uma ignorância enciclopédica!”</p>
<p>2) “Jovens: envelheçam!!!!”</p>
<p><a href="http://www.thealchemists.com/blog/videos/nelson-rodrigues-otto-lara-resende/">O vídeo é esse aqui</a>.</p>
<p>Isto posto, queria pedir à minha geração de empreendedores e executivos para tomar duas doses de vergonha na cara, misturada com humildade e comprar tintura de cabelo grisalho e colocá-la na mesa como um lembrete de que cabelos brancos de verdade dão trabalho para ter e valem muito.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1158" href="http://www.thealchemists.com/blog/2011/09/01/cabelos-brancos-s%c3%a3o-a-fibra-%c3%b3tica-mais-valiosa-que-existe-ou-a-banaliza%c3%a7%c3%a3o-do-m%c3%a9rito/screen-shot-2011-09-01-at-8-23-01-pm-4/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1158" title="Screen shot 2011-09-01 at 8.23.01 PM" src="http://www.thealchemists.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/Screen-shot-2011-09-01-at-8.23.01-PM3-172x300.png" alt="" width="172" height="300" /></a></p>
<p>Compre aqui ó: <a href="http://goo.gl/5Lp4O" target="_blank">http://goo.gl/5Lp4O</a></p>
<p>Obrigado por todos os Jedis e Yodas que cruzaram a minha vida até hoje. Vocês são essenciais para que a gente construa um futuro incrível nesse país. Na comunicação, na propaganda, na educação e no entretenimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Compre já. Ontem.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O peixe, o recorde e as histórias: Nokia N8</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 18:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barbara Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A história é, usando as palavras dos realizadores: &#8220;Homem pesca peixe. Homem se torna isca de peixe maior. Homem é engolido por peixe maior. Homem inicia uma reação em cadeia e eventualmente é expelido do peixe maior.&#8221; Simples assim. Não é a história mais sofisticada do mundo. Também não é lá a mais profunda, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A história é, usando as palavras dos realizadores:</p>
<p>&#8220;Homem pesca peixe. Homem se torna isca de peixe maior. Homem é engolido por peixe maior. Homem inicia uma reação em cadeia e eventualmente é expelido do peixe maior.&#8221; Simples assim.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1091" href="http://www.thealchemists.com/blog/2011/08/22/o-peixe-o-recorde-e-as-hist%c3%b3rias-nokia-n8/captura-de-tela-2011-08-03-c3a0s-20-30-02/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1091" title="captura-de-tela-2011-08-03-c3a0s-20-30-02" src="http://www.thealchemists.com/blog/wp-content/uploads/2011/08/captura-de-tela-2011-08-03-c3a0s-20-30-02.png" alt="" width="677" height="135" /></a></p>
<p>Não é a história mais sofisticada do mundo. Também não é lá a mais profunda, a mais significativa, a mais comovente, a mais engraçada. Nem precisaria ser.</p>
<p>Mas era possível ser a MAIS algo. A animação GULP é a MAIOR. Mais especificamente, a animação em stop motion com o maior set: as areias de uma praia no País de Gales. Chegou a quebrar o recorde mundial, com uma área de 3,3 km quadrados.</p>
<p><iframe width="560" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/ieN2vhslTTU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>DOT, outro filme, dos mesmos realizadores, quebrou anteriormente um recorde inverso: a menor personagem em um filme stop-motion. Dot, a personagem título, tem 9 mm.</p>
<p><iframe width="560" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/CD7eagLl5c4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Ambos os filmes são em HD, e feitos a partir de fotos tiradas com a câmera de um celular Nokia N8. A maioria do que foi escrito sobre eles continuou com informações sobre o aparelho: 12 mega pixels e lentes Carl Zeiss. E é claro que esse foi um dos objetivos da ação, gerar awareness para os atributos do produto.</p>
<p>A história de DOT é um pouco mais profunda, significativa e comovente que GULP, por uma série de motivos. Enquanto ele vai se deixando levar por uma sequência de acontecimentos, ela vê seu micro-mundo se deteriorar, tendo que fugir e eventualmente lutar com unhas, dentes e alfinetes para salvar sua própria vida. Ela é uma protagonista de fato, já que age e está disposta a chegar ao limite, apesar de não ser confrontada com grandes dilemas.</p>
<p>A impressão inicial é a de que a marca está fazendo conteúdo sem chamar atenção para si e para o seu produto, mostrando-o apenas discretamente no final. Mas, na verdade, a coadjuvante é a narrativa, já que aqui era interessante que as histórias fossem mágicas, porém simples, e que chamassem atenção não pelos personagens e pela trama, mas pela técnica e pela tecnologia por trás. Very clever.</p>
<p>Dessa forma, a história sendo contada por trás dessas realizações é a história da marca. A Nokia, com a Wieden + Kennedy Londres (além do estúdio de animação Aardman), inovou as técnicas (e as escalas) da animação para tangibilizar o conceito &#8220;It&#8217;s not technology, it&#8217;s what you do with it&#8221;.</p>
<p>E, no final das contas, a história da marca coloca o usuário como protagonista: não é a tecnologia, é o que VOCÊ faz com ela. O spot de TV ainda terminava perguntando: &#8220;Nokia N8&#8230;. What will YOU do with it?&#8221;.</p>
<p>Desde que você seja inovador, inventivo, ousado e criativo o bastante para tirar vantagem (e comprar) o aparelho.</p>
<p>Bom conceito, ótimo uso do storytelling (por estar alinhado com os objetivos da marca) e, é claro, perfeita implementação.</p>
<p>Mesmo com tantos pontos positivos, fazer da narrativa mera coadjuvante faz com que os atributos do produto estejam sendo comentados pelo mundo. Mas será que ajudou a construir a percepção da marca?</p>
]]></content:encoded>
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